
Beijo romântico:
Usa 34 músculos faciais, queima 26 calorias por minuto e cada um envolve a troca de 9 miligramas de água, 0.7 miligramas de proteína, 0.18 miligramas de matéria orgânica, 0.71 miligramas de gordura, 0.45 miligramas de sal e 278 tipos de bactérias.
O beijo verdadeiramente apaixonado aumenta o ritmo cardíaco para as 100 batidas por minuto e eleva tanto os níveis hormonais que, alegadamente, encurta a vida em cerca de um minuto.
As suas origens, no entanto, não são lá muito românticas. Os antropologistas ainda se dividem sobre se é um comportamento aprendido ou instintivo. Uma teoria é a de que terá começado como um ritual primitivo para ajudar na selecção do parceiro. Outra é de que nasceu da necessidade: as mães das cavernas, sem uma varinha Philips por perto, mastigavam a comida antes de a colocarem na boca dos bebés, com as suas línguas.
No século XVI, em Nápoles, o beijo em público era uma ofensa que acarretava a pena de morte, e, já no século XX, na Espanha de Franco, ainda valia pena de prisão.
No Indiana existiu uma lei que impedia os homens de bigode de beijarem, presume-se que por uma questão de higiene. E, a propósito de higiene, diz-se que, no tempo das cortes, os apaixonados davam uma dentada numa maçã antes de unirem os lábios, para “amaciar” o hálito.
Sem comentários:
Enviar um comentário