2006/09/03


"São sempre os mais pequenos pormenores que nos prendem aos homens que amamos; o tom da pele nas costas das mãos, dois sinais pequenos acima dos rins do lado esquerdo, o tom inconfundível da voz, o primeiro beijo, a forma de andar, o último abraço, as derradeiras palavras.

(...)

Nunca queremos deixar de amar, nunca queremos que quem nos amou, nos esqueça. Por que somos tão apegados, tão burros, tão fáceis de enganar como a vida, que é sempre enganada pela morte?"

By Margarida Rebelo Pinto in NM

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